O candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, comentou a morte de um mestre de capoeira, em Salvador, na última segunda-feira (8). Para o capitão, houve um excesso do assassino, que teve como motivação uma discussão política.

>> A consequência do ódio

“O cara lá que tem uma camisa minha, comete lá um excesso. O que eu tenho a ver com isso? Eu lamento”, disse Bolsonaro.

“Peço ao pessoal que não pratique isso. Eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, acrescentou.

Bolsonaro não controla seus milhões de eleitores, é verdade. Mas exerce forte influência sobre eles. Minimizar um assassinato a um “excesso” sugere que atesta, no mínimo, tantos outros atos de violência que estão sendo cometidos por intolerância política.

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