Não foram poucos os líderes religiosos que defenderam a eleição de Jair Bolsonaro para presidente da República.

Na Paraíba pastores e padres chegaram a ser alvos de investigação do Ministério Público por supostos atos de campanha dentro de igrejas.

O argumento era de que se tratava de um cristão, defensor da família e dos bons costumes. Bolsonaro, então, foi eleito, com forte adesão dos fiéis, especialmente dos evangélicos.

O tempo passou e o que se observa em atos e declarações do presidente são atrocidades aos verdadeiros valores cristãos.

A mais recente de Bolsonaro aconteceu na tarde desta quarta-feira (27), um dia após a grande repercussão do gasto do seu governo (R$ 15 milhões) em leite condensado.

Em um evento numa churrascaria de Brasília, Bolsonaro reagiu:

“Vai para puta que o pariu. Imprensa de merda essa daí. É para enfiar no rabo de vocês aí, vocês não, vocês da imprensa essa lata de leite condensado”.

Pouco antes de mais uma cafajestada do presidente, militantes subiram a seguinte hastag no Twitter: #SouCristaoSouBolsonaro.

A conclusão que fica é: cristão e Bolsonaro não cabem na mesma frase. É pecado.

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