Não se engane com quem ainda atribui os crimes de Jair Bolsonaro a um método político. Que Jair Bolsonaro só pensa em 2022 todos já estão cansados de saber, mas o que realmente move Bolsonaro é a maldade.

Em um país anestesiado pela pandemia ou até pela identificação com o maligno, o presidente continua a cometer suas crueldades impunemente.

O Poste Geral da República faz de conta que nada acontece, mesmo comportamento de deputados e senadores – com as devidas exceções – com os bilhões garantidos em emendas.

Nesse sábado (12/6), Bolsonaro liderou mais uma manifestação com milhares de motoqueiros, em São Paulo. Para variar, sem máscara, o que deu ainda mais sentido a genialidade ao título do morticínio “Acelera para Cristo”.

Aliado do coronavírus, Jair Bolsonaro repetiu barbáries para sua legião de fanáticos. Em uma delas, pediu que idosos e pessoas sem comorbidades não se vacinem, no momento em que vemos o número de pessoas acima de 60 anos cada vez menor nas UTIs pelo país.

O presidente da República trabalha abertamente contra a vacinação e a vida dos brasileiros, consequentemente à economia, o que uma parte dos tais – parafraseando o próprio Bolsonaro – empresários ainda não enxergam. É o banditismo epidemiológico.

E realmente, sob Bolsonaro, o Brasil nunca acelerou o encontro com o Cristo como agora. Ou com o capeta. 

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