Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, e Jair Bolsonaro ao fundo — Marcelo Camargo/Agência Brasil

De Josias de Souza, em sua coluna no Portal UOL: “É preciso dar o nome correto às coisas. Chama-se crime o esforço do governo Bolsonaro para retardar a aplicação da vacina pediátrica contra Covid. Se a ação criminosa não for interrompida, as maiores vítimas serão as crianças de famílias pobres e miseráveis. (…) Num país convencional, Queiroga receberia voz de prisão, não respostas para uma consulta pública criminosa. Mas Bolsonaro e seus cúmplices dispõem de um sistema de blindagem. Nem o infanticídio anima o procurador-geral da República Augusto Aras a procurar”.

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