São diversos os relatos de assédio sexual cometidos pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Duarte Guimarães. Funcionárias do banco, que escolheram denunciar o economista de forma anônima, contam os abusos sofridos em viagens de trabalho.

A denúncia feita ao jornal Metrópoles apresenta o relato de cinco mulheres que denunciam toques e convites indesejados. Dentre as denúncias de assédio, Guimarães também é acusado de verbalizações agressivas. Cristina (nome fictício) contou que em uma das viagens a trabalho, o presidente prometeu rasgá-la, até sangrar. “Ele me falou: ‘Vou te rasgar. Vai sangrar'”‘, lembrou a funcionária.

Segundo ela, em uma viagem em uma cidade nordestina não especificada, Guimarães disse que havia planejado uma “ideia especial”, que se tratava de uma espécie de carnaval fora de época, no qual “ninguém seria de ninguém”. “Ele disse: A gente vai fazer um carnaval fora de época (…) Ninguém vai ser de ninguém. E vai ser com todo mundo nu”, contou.

Estado de Minas

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